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Vigilância faz capacitação sobre uso de produtos clandestinos
11/08/2017 | 17h12
Vigilância faz capacitação sobre uso de produtos clandestinos

A Prefeitura de Limeira, por meio da Divisão de Vigilância Sanitária (Visa), promoveu nesta quinta-feira (10) uma capacitação relacionada aos riscos do consumo de diversos produtos clandestinos, tais como saneantes, medicamentos, suplementos e tabaco. Voltada aos servidores da Secretaria de Saúde, a ação fez parte das atividades em comemoração ao Dia Nacional da Vigilância Sanitária, celebrado em 5 de agosto. Discorreram sobre o tema, integrantes da pasta, entre eles, as tecnólogas em saneamento e autoridades sanitárias do município, Eloisa Santos e Graziela Barbieri Del’Álamo e o médico pneumologista Danilo Gullo.

As tecnólogas destacaram a importância de não consumir tais produtos irregulares, sobretudo saneantes domissanitários (popularmente conhecidos como produtos de limpeza). Elas alertaram, ainda, que essas substâncias podem causar acidentes tanto para fabricantes – que manipulam essas substâncias concentradas em locais inadequados - quanto para consumidores. As consequências podem ser queimaduras, intoxicações e demais efeitos adversos.

O uso de embalagens inadequadas para armazenar esses produtos, como garrafas PET, também foi apontado como fator de risco. Conforme as palestrantes, essas embalagens são passíveis de serem confundidas com alimentos ou bebidas. Outra questão levantada foi quanto à eficácia desses produtos. Muitas vezes, esses saneantes não têm ação contra os germes ou não limpam as superfícies, porque suas formulações não possuem ingredientes próprios ou em quantidades suficientes.

Em sua explanação, o médico ressaltou que saneantes, medicamentos, suplementos e tabaco precisam de registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de serem liberadas à população. Vinculada ao Ministério da Saúde, a Anvisa estabelece normas e padrões sobre limites de produtos contaminantes, tóxicos, desinfetantes, metais pesados e outros que podem causar danos à saúde.

 

Denúncias relacionadas ao tema devem ser encaminhadas à prefeitura pelo telefone 156.

 

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