Prefeitura de Limeira pede demolição da Ponte do Esqueleto e investigação da Polícia Federal

Medidas para evitar acesso à ponte de propriedade do Governo Federal local foram discutidas em reunião nesta segunda-feira (15)

Compartilhe
Prefeitura de Limeira pede demolição da Ponte do Esqueleto e investigação da Polícia Federal

O prefeito Murilo Félix se reuniu nesta segunda-feira (15) com representantes do Governo Federal, da Câmara Municipal de Limeira Everton Ferreira, e com o deputado federal Miguel Lombardi para discutir medidas voltadas à restrição de acesso à Ponte do Esqueleto, localizada exatamente na divisa entre Limeira e Cordeirópolis.

Durante o encontro, o prefeito ressaltou que a atividade no local sempre foi proibida e solicitou que a União faça a demolição da estrutura como medida definitiva para eliminar os riscos existentes no local, além de investigação pela Polícia Federal de futuras atividades divulgadas pelas redes sociais.

“Estamos tratando de uma área que apresenta riscos conhecidos há muitos anos e que continua atraindo pessoas mesmo interditada. A implosão da estrutura será uma solução definitiva para evitar novos incidentes e garantir a segurança da população”, afirmou Murilo Félix.

Durante o encontro, a Prefeitura apresentou as medidas já antes adotadas desde 2024 para impedir o acesso à ponte, entre elas a instalação de placas de advertência, o bloqueio de acessos e a abertura de valetas, que ainda assim foram ultrapassadas irregularmente por pessoas para praticar atividade criminosa.

O município ressaltou, porém, que a estrutura pertence à União e que parte das entradas ocorre por propriedades particulares.

A pedido do Prefeito, a SPU informou que vai reforçar a sinalização da área, deixando explícito que o acesso ao local é proibido e passível de responsabilização. O órgão federal também avaliará a implantação de novas barreiras físicas para dificultar a entrada de pessoas na ponte.

De acordo com o Secretário Interino de Assuntos Jurídicos da Prefeitura de Limeira, Jonathan D. Fernandes, o compromisso assumido por todos foi de agir contra o exercício ilegal de atividade, e que o acesso ao local configura crime pois não se trata de área de acesso público permitido.

Conteúdos Relacionados