Prefeito recebe prêmio que coloca Limeira em 2º lugar no ranking nacional de saneamento

MEIO AMBIENTE

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Prefeito recebe prêmio que coloca Limeira em 2º lugar no ranking nacional de saneamento
 
O prefeito Murilo Félix recebeu nesta quarta-feira (13), em São Paulo, o prêmio que reconhece Limeira como a 2ª colocada no ranking nacional de saneamento básico. O levantamento, elaborado pelo Instituto Trata Brasil (ITB) em parceria com a GO Associados, foi divulgado em julho e avaliou os 100 municípios mais populosos do país.
 
A cerimônia reuniu prefeitos, secretários e empresas de saneamento das cidades mais bem colocadas em todo o país. Os secretários municipais Márcio Marino (Meio Ambiente e Saneamento) e Bruno Cunha (Comunicação) participaram do evento.
 
No ranking 2025, Limeira subiu duas posições e agora fica atrás apenas de Campinas (SP), superando cidades como Niterói (RJ), São José do Rio Preto (SP), Franca (SP), Santos (SP) e até mesmo a capital paulista. O município alcançou nota máxima em perdas na distribuição de água e no tratamento total na área urbana.
 
“O saneamento básico é um dos pilares para o desenvolvimento e para a qualidade de vida da população. Em Limeira, seguimos avançando para ampliar a segurança hídrica e assegurar um crescimento sustentável para as próximas gerações", afirmou Murilo Félix.
 
O ranking
O estudo analisa indicadores como abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, investimentos e eficiência na gestão dos serviços. Segundo o ITB, o saneamento básico é fundamental para 
o desenvolvimento urbano e para a qualidade de vida, trazendo benefícios como redução da mortalidade infantil, melhoria na educação, valorização imobiliária, incentivo ao turismo, despoluição de rios e avanços na saúde pública.
 
Desde 2009, o Instituto Trata Brasil acompanha os indicadores dos maiores municípios para evidenciar a urgência da ampliação do acesso aos serviços. Ainda assim, cerca de 32 milhões de brasileiros vivem sem água potável e quase 90 milhões não possuem coleta de esgoto. Em 2024, foram registradas 344 mil internações hospitalares por doenças relacionadas à falta de saneamento.
 

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